Globosat do Brasil nega influência nas negociações do Esporte Interativo com operadoras e diz que culpa é do modelo de negócios

Após as operadoras brasileiras de TV por assinatura Net, Sky e Claro terem afirmado que as negociações não estão caminhando pelo preço caro que o canal Esporte Interativo está cobrando e o próprio ter negado as acusações, foi a vez da Globosat (do Grupo Globo) se posicionar sobre a briga entre as partes, negando o rumor de que estaria exercendo influência sobre a escolha das operadoras.

O Esporte Interativo possui os direitos exclusivos do campeonato de futebol europeu Liga dos Campeões e está tentando entrar nas três operadoas, que detém 80% do mercado de TV, sem sucesso. A Globosat foi acusada de influenciar no assunto, pois opera dezenas de canais, entre eles o SporTV, canal esportivo de maior audiência na TV paga.”A Globosat esclarece que não há nenhum fundamento em relacionar o seu nome a eventuais dificuldades de negociação entre canais de TV por assinatura e as operadoras”, dizia o comunicado, afirmando ainda que esse rumor subestima a autonomia das operadoras e desconsidera o bom histórico de relação entre elas e os canais concorrentes da Globosat.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o diretor geral da Globosat Alberto Pecegueiro afirmou que o problema que de fato influencia as negociações é o modelo de negócios proposto pelo Esporte Interativo. “O ecossistema de TV paga contrata canais para fornecer conteúdos exclusivos a seus assinantes. Nenhuma programadora de TV paga disponibiliza esses conteúdos via internet para os assinantes, com exceção do Esporte Interativo”, disse ele, afirmando que isso coloca a emissora como potencial concorrente frente às operadoras, por disponibilizar conteúdo pela Internet através de negociação direta com cliente, sem necessidade de ser assinante do serviço de TV.

Globosat do Brasil nega influência nas negociações do Esporte Interativo com operadoras e diz que culpa é do modelo de negócios

Após as operadoras brasileiras de TV por assinatura Net, Sky e Claro terem afirmado que as negociações não estão caminhando pelo preço caro que o canal Esporte Interativo está cobrando e o próprio ter negado as acusações, foi a vez da Globosat (do Grupo Globo) se posicionar sobre a briga entre as partes, negando o rumor de que estaria exercendo influência sobre a escolha das operadoras.

O Esporte Interativo possui os direitos exclusivos do campeonato de futebol europeu Liga dos Campeões e está tentando entrar nas três operadoas, que detém 80% do mercado de TV, sem sucesso. A Globosat foi acusada de influenciar no assunto, pois opera dezenas de canais, entre eles o SporTV, canal esportivo de maior audiência na TV paga.”A Globosat esclarece que não há nenhum fundamento em relacionar o seu nome a eventuais dificuldades de negociação entre canais de TV por assinatura e as operadoras”, dizia o comunicado, afirmando ainda que esse rumor subestima a autonomia das operadoras e desconsidera o bom histórico de relação entre elas e os canais concorrentes da Globosat.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o diretor geral da Globosat Alberto Pecegueiro afirmou que o problema que de fato influencia as negociações é o modelo de negócios proposto pelo Esporte Interativo. “O ecossistema de TV paga contrata canais para fornecer conteúdos exclusivos a seus assinantes. Nenhuma programadora de TV paga disponibiliza esses conteúdos via internet para os assinantes, com exceção do Esporte Interativo”, disse ele, afirmando que isso coloca a emissora como potencial concorrente frente às operadoras, por disponibilizar conteúdo pela Internet através de negociação direta com cliente, sem necessidade de ser assinante do serviço de TV.