Telefônica pode comprar operações da Sky do Brasil

A movimentação para uma possível consolidação do setor de telecomunicações do Brasil está dando mais uma volta com rumores sobre a possível compra da Sky (controlada pela norte-americana AT&T) pela Telefônica/Vivo. Recentemente o CEO da empresa, José María Álvarez-Pallete, afirmou que a crise econômica brasileira não vai recuar seus negócios no país, e o jornal Valor Econômico reportou o interesse da Telefônica em focar na TV por assinatura, que após a compra da GVT estaria considerando mais uma transação bilionária para adquirir a Sky.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, AT&T e Telefônica estão em negociações por meio de bancos desde julho. A compra resultaria em uma grande mudança no cenário atual das operadoras de TV paga, visto que somando os 9,2% de market share da GVT e Vivo (que ainda funcionam em separado mas em breve migrarão para uma única operação e nome) com os 28,8% da Sky, o grupo Telefônica ficaria com 38% e o segundo lugar do mercado, liderado pelo grupo mexicano América Móvil (Claro e Net), com 51,8% dos acessos.

A maior questão ainda em aberto é a real intenção da AT&T no Brasil, se o grupo entrará ou não no mercado brasileiro para investir e gerenciar operações comerciais. A Dataxis fez uma análise sobre todo o movimento da AT&T que começou com a compra da DirecTV, pontuando o fato de que a presença da empresa é pouco significativa no mercado de telecomunicações da América Latina e que a compra foi apenas parte de um acordo nos Estados Unidos, e embora tenha se pronunciado com entusiasmo em relação ao mercado latino, existem três opções para a AT&T: manter o status quo e ficar com a DirecTV como fonecedora de TV paga; replicar a estratégia dos EUA comprando mais empresas telecom para oferecer múltiplos serviços; ou vender todos os serviços de TV paga da América Latina.

Telefônica pode comprar operações da Sky do Brasil

A movimentação para uma possível consolidação do setor de telecomunicações do Brasil está dando mais uma volta com rumores sobre a possível compra da Sky (controlada pela norte-americana AT&T) pela Telefônica/Vivo. Recentemente o CEO da empresa, José María Álvarez-Pallete, afirmou que a crise econômica brasileira não vai recuar seus negócios no país, e o jornal Valor Econômico reportou o interesse da Telefônica em focar na TV por assinatura, que após a compra da GVT estaria considerando mais uma transação bilionária para adquirir a Sky.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, AT&T e Telefônica estão em negociações por meio de bancos desde julho. A compra resultaria em uma grande mudança no cenário atual das operadoras de TV paga, visto que somando os 9,2% de market share da GVT e Vivo (que ainda funcionam em separado mas em breve migrarão para uma única operação e nome) com os 28,8% da Sky, o grupo Telefônica ficaria com 38% e o segundo lugar do mercado, liderado pelo grupo mexicano América Móvil (Claro e Net), com 51,8% dos acessos.

A maior questão ainda em aberto é a real intenção da AT&T no Brasil, se o grupo entrará ou não no mercado brasileiro para investir e gerenciar operações comerciais. A Dataxis fez uma análise sobre todo o movimento da AT&T que começou com a compra da DirecTV, pontuando o fato de que a presença da empresa é pouco significativa no mercado de telecomunicações da América Latina e que a compra foi apenas parte de um acordo nos Estados Unidos, e embora tenha se pronunciado com entusiasmo em relação ao mercado latino, existem três opções para a AT&T: manter o status quo e ficar com a DirecTV como fonecedora de TV paga; replicar a estratégia dos EUA comprando mais empresas telecom para oferecer múltiplos serviços; ou vender todos os serviços de TV paga da América Latina.