Operadora OI fecha 2015 com um aumento na receita anual de 21,6% em TV paga no Brasil

A base de TV paga da Oi encerrou o 4º trimestre de 2015 com 1.169 mil UGRs, uma redução de 6,3% em relação ao 4º trimestre de 2014, mas se mantendo praticamente estável em relação ao trimestre anterior, com um aumento na receita anual de 21,6% em TV paga. OI divulgou os resultados do ano de 2015, com prejuízo líquido no quarto trimestre de R$ 4,5 bilhões (1,1 bilhões euros). Mesmo com um prejuízo no final do ano passado, vale que a queda anual de 6,3% da Oi TV ficou abaixo da média do mercado de TV paga via DTH, que registrou -6,9%.

 

O destaque da companhia foi o forte crescimento do ARPU da TV paga (+18,8% versus 4º trimestre 20114 e +4,9% comparado com o 3º trimestre de 2015), acompanhado de redução contínua das taxas de churn. A Oi TV em residências continuou aumentando e atingiu 11,7% no 4º trimestre de 2015. Além disso, o serviço de TV paga apresentou uma redução de 19,6 p.p. no “mix de ofertas” de baixo valor (low-end) nas adições brutas quando comparado ao mesmo período de 2014 e o “mix de ofertas” de alto valor (high end) cresceu 16,5 p.p. no mesmo período.

 

A receita de TV apresentou crescimento anual de 21,6%, compensando a queda da receita dos outros produtos do segmento. A Oi TV permite à Companhia avançar com as estratégias de “cross selling” e “upselling” com foco nas ofertas convergentes, além do próprio conteúdo da OI TV em HD em todos os planos, serviços pay-per-view, gravador de vídeo digital e outros. Nesse contexto, pode-se observar taxas de churn em residências com 3 produtos (3P) menores comparados às taxas de churn em residências que adquiriram apenas 1 produto (Oi TV).