Tim do Brasil aponta para Sky e afirma que a falta de convergência é insustentável

Durante uma conferência com a imprensa em Nova York, o CEO da Tim do Brasil Rodrigo Abreu criticou as empresas de telecomunicação concorrentes e afirmou que uma mudança de estratégia é necessária, revivendo os rumores de uma possível fusão. Sua maior crítica foi contra a Sky (da norte-americana AT&T), apontando como falha a falta de convergência “A nosso ver, a posição deles (AT&T) como player de DTH não é sustentável. Eles terão que investir no mercado móvel ou vender a operação”, afirmou.

Segundo Abreu, a Tim não está perseguindo uma fusão e nem depende da consolidação do mercado, mas sua posição e planos para o futuro a colocam em uma posição de beneficiamento. Para ele, os competidores precisam tomar decisões a médio e longo prazo, como a Nextel cuja operadora NII Holdings reestruturou seus negócios no Brasil e ganhou espaço nas assinaturas pós-pagas, porém não tem obtido resultados financeiros positivos.

Sobre a atuação da AT&T (dona da Sky), que comprou a DirecTV e tem menos de seis milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o executivo deixou claro que para ele a empresa precisa decidir se adiciona serviços ou deixa o país. A crítica também atingiu a Oi, que estaria tentando refinanciar dívidas, mas fica para trás no 4G. Nenhuma das empresas respondeu aos comentários.

Tim do Brasil aponta para Sky e afirma que a falta de convergência é insustentável

Durante uma conferência com a imprensa em Nova York, o CEO da Tim do Brasil Rodrigo Abreu criticou as empresas de telecomunicação concorrentes e afirmou que uma mudança de estratégia é necessária, revivendo os rumores de uma possível fusão. Sua maior crítica foi contra a Sky (da norte-americana AT&T), apontando como falha a falta de convergência “A nosso ver, a posição deles (AT&T) como player de DTH não é sustentável. Eles terão que investir no mercado móvel ou vender a operação”, afirmou.

Segundo Abreu, a Tim não está perseguindo uma fusão e nem depende da consolidação do mercado, mas sua posição e planos para o futuro a colocam em uma posição de beneficiamento. Para ele, os competidores precisam tomar decisões a médio e longo prazo, como a Nextel cuja operadora NII Holdings reestruturou seus negócios no Brasil e ganhou espaço nas assinaturas pós-pagas, porém não tem obtido resultados financeiros positivos.

Sobre a atuação da AT&T (dona da Sky), que comprou a DirecTV e tem menos de seis milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o executivo deixou claro que para ele a empresa precisa decidir se adiciona serviços ou deixa o país. A crítica também atingiu a Oi, que estaria tentando refinanciar dívidas, mas fica para trás no 4G. Nenhuma das empresas respondeu aos comentários.