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Polícia Federal do Brasil fecha operadora de TV pirata atuante em 16 estados

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A Polícia Federal brasileira foi bem sucedida na operação que desarticulou uma operadora de TV pirata que atuava em 16 estados e tinha mais de 10 mil clientes. Durante a operação na terça-feira (6), os policiais cumpriram 33 mandatos de busca e apreensão e 9 pessoas foram presas preventivamente.

A investigação começou com base em denúncias de contrabando de equipamentos para distribuição e recepção de sinal de televisão a cabo e por satélite. Segundo o delegado responsável Alexandre Isbarrola, durante a investigação de contrabando foi descoberta a operação de distrubuição de sinal ilegal a nível nacional, que pegava os equipamentos vindos do exterior e os distribuía no país juntamente com a venda de planos de TV.

A organização investigada desbloqueou o sistema de segurança dos operadores legais para ter acesso aos sinais das emissoras, que eram enviados a um servidor central em São Paulo e retransmitidos pelo país. Os planos de assinatura custava em média R$ 30 por mês e os acusados podem responder por crimes de contrabando, descaminho, estelionato, violação de direitos autorais e formação de quadrilha.

A Polícia Federal brasileira foi bem sucedida na operação que desarticulou uma operadora de TV pirata que atuava em 16 estados e tinha mais de 10 mil clientes. Durante a operação na terça-feira (6), os policiais cumpriram 33 mandatos de busca e apreensão e 9 pessoas foram presas preventivamente.

A investigação começou com base em denúncias de contrabando de equipamentos para distribuição e recepção de sinal de televisão a cabo e por satélite. Segundo o delegado responsável Alexandre Isbarrola, durante a investigação de contrabando foi descoberta a operação de distrubuição de sinal ilegal a nível nacional, que pegava os equipamentos vindos do exterior e os distribuía no país juntamente com a venda de planos de TV.

A organização investigada desbloqueou o sistema de segurança dos operadores legais para ter acesso aos sinais das emissoras, que eram enviados a um servidor central em São Paulo e retransmitidos pelo país. Os planos de assinatura custava em média R$ 30 por mês e os acusados podem responder por crimes de contrabando, descaminho, estelionato, violação de direitos autorais e formação de quadrilha.